June 21, 2011
thehumblemumble:

The next generation of Street Fighters.

thehumblemumble:

The next generation of Street Fighters.

(via saylevy)

May 16, 2011
20 Pontos que todas mulheres deveriam saber sobre os homens

Circulando por aí é sempre muito fácil de achar listinhas enumeradas que sempre prometem te fazer entender 10 Coisas que Você Precisa saber para Salvar seu Casamento, ou: 25 Atitudes para seu Namorado dar mais Valor para Você ou mesmo: 874 Razões para sua Mulher preferir ir ao Shopping a ir pra Cama com Você. 

O problema óbvio de todas elas é sempre o mesmo: Não há um conjunto de regras que funcione para todos. Contudo, procurei unir os aspectos mais gerais das dúvidas femininas sobre a raça dos XY. São 20 pontos dentre milhares, que não se aplicarão a todos obviamente, mas ao menos à maioria.

#1 Não existe nenhum complô por parte de nenhum dos sexos para ferrar com o outro. Apesar de parecer às vezes. Muitas vezes.

#2 Na maioria das vezes você é mais bonita do que acha que é. Pelo menos nós achamos. Se por outro lado você se acha muito bonita nós provavelmente te achamos arrogante.

#3 Se quer usar um decote ousado, vá em frente, mas não se ofenda quando ficarmos olhando.

#4 Não nos pergunte qual roupa está melhor. Podemos dizer se está ridículo ou não, mas não exija uma análise das cores da estação e se o pingente no zíper da bolsa está combinando com o piercing do umbigo.

#5 A maioria dos homens gosta de algum esporte, então não encrenque com isso a não ser que ele esteja gastanto mais tempo com eles que com você. Não esqueça que também fazemos coisas que não gostamos muito pra estarmos perto de vocês.

#6 Não pergunte coisas pelas quais você já sabe a resposta só pra ver nossa reação.

#7 Temos sérios problemas em entender por que diabos o SIM de vocês significa TALVEZ, o NÃO significa SIM e o TALVEZ significa NÃO. Do mesmo modo que vocês querem entender os homens também queremos entender vocês, então não dificultem muito.

#8 Também temos momentos mais introspectivos, e isso não tem a ver de maneira alguma com vocês. Nessas horas ficar interrogando o cara não vai ajudar muito as coisas. Tenha certeza que contatos físicos são muito melhores que os verbais nestes momentos.

#9 Nada é mais torturante para um homem que acompanhar vocês comprando roupas. De um modo geral sempre achamos que vocês tem roupas e sapatos demais. Exceção pra compra de lingerie, onde fazemos questão de dar pitaco.

#10 Por falar em lingerie, está mais do que provado que não gostamos tanto de vermelho quanto vocês acham. Na verdade bem menos do que vocês acham. Bege não preciso nem dizer.

#11 Gostamos quando vocês tomam a inciativa também. Mostra personalidade e muitas vezes isso tem mais poder que outras artimanhas listadas na revista capricho.

#12 Não fale pelos cotovelos (a não ser com suas amigas). Um lado meio misterioso é sempre muito povoador dos pensamentos. E provocar a imaginação é sempre muito mais poderoso que sair escancarando tudo.

#13 Mostre seus sentimentos, mas não de maneira excessiva. Aquele gostinho de quero mais é sempre bom. Tenha atenção especial em público, mas isto vai depender muito do cara, uns gostam, outros não.

#14 Nunca baseie suas ações em frases generalizadas que começam com: Homens gostam/não gostam de ___________ . Você pode se surpreender pro bem ou pro mal.

#15 A sua colega não pegou todos homens do mundo (embora você ache que ela está quase lá) pra você se apossar das experiências e conselhos dela.

#16 Se você acha que todos homens são iguais, reflita primeiro porque você sempre fica com o mesmo tipo de cara.

#17 Não fique ofendida se ele não reparou que você cortou 2mm da ponta do cabelo ou se você tirou a sobrancelha. Aliás, não espere por qualquer percepção de detalhes por parte dos homens. Isso parece ser fisiológico e intrínseco daquele cromossomo Y.

#18 Se você quer discutir a relação, não acumule pequenas coisas esperando pelo momento certo para criar uma grande peça dramatúrgica. Se você não está gostando de algo diga logo, e seja objetiva.

#19 Homens não se importam muito com a vida alheia, e não ficarão nem um pouco impressionados quando você contar que o sobrinho da mãe da vizinha de uma conhecida largou a mulher pra fugir com a própria sogra pra casa da cunhada.

#20 “Tente” entender um pouco o gênero masculino. Só tentar já está bom. Afinal sempre seremos diferentes. Tenho certeza que as mulheres jamais gostariam que os homens fosses iguais às amigas.

May 1, 2011
#precojusto é um manifesto justo?

Recentemente explodiu nas internets a mais nova campanha web 2.0 de todos os tempos da última semana. Senhoras e senhores, #precojusto.

Alavancada pelo living martyr da rebeldia online, Mr. Felipe Neto, e seu indefectível radicalismo, a campanha tomou corpo rapidamente. Com o vídeo postado há meros 6 dias e já rumando para os 3M de views (e subindo), Mr. Neto mostra a grande influência que possui atualmente. Mas não vou falar a respeito dele, inclusive acho seus vídeos bastante engraçados e não me importo com a alta dose de palavrões (afinal também curto os filmes do Tarantino).

A questão é o mérito do manifesto. Atualizando quem está por fora, como o próprio nome já diz, pretende-se, através da mobilização da massa internética, reunir-se uma penca de assinaturas e encaminhar um projeto ao congresso nacional. Como FN diz em seu vídeo, ao invés de ficar aí xingando muito no twitter, faça algo mais produtivo, entre em um abaixo-assinado no site da campanha (mas não esqueça de divulgar no twitter depois - isso mesmo, divulgar pode).

Mas WTF é esse #precojusto, oras bolas? Preço justo do que? Comida, aluguel, educação? NOT!!! Preço justo para gadgets importados! Leia-se aí: iPads, iPhones, iEverythingElse, videogames, jogos e assim por diante. É isso aí. Nada mais óbvio não? Seduzir a própria massa consumidora destes artigos a obtê-los a preços mais “justos”. Mas que justiça é essa?

A “injustiça” é definida a partir de nossos amiguinhos norte-americanos e seus preços pornograficamente baixos, levando o comprador à momentos de devaneios e a pensamentos “como isto pode custar ISTO?”. Vou pular a parte da China e ir direto aos próprios USA. Quem desenvolveu tecnologias, projetou, desenhou e concebeu estes aparelhos? USA. Para onde vai o grosso do faturamento da venda destes mimos? China? NÃO!! Chinenses recebem “bolsa-manutençao-de-sinais-vitais”, quem leva o tutu é a matriz, no caso, a maçãzinha (that’s California baby!). Como o dinheiro circula praticamente dentro do próprio país, não há prejuízos - pelo contrário - a economia é realimentada, mais dinheiro irá para pesquisa e novos produtos serão desenvolvidos.

Quando o digníssimo pré-adolescente bate o pé ao ter seu novíssimo iPad2 recusado por mom&dad por custar 1000 sacos de feijão + seu rim direito, o sentimento de fúria é obviamente canalizado para os felizes americanos e seus gadgets americanos - e posteriormente a pensamentos do tipo “Porque esta merda é tão cara aqui?!? Vou xingar muito no twitter hj!”. Eu vejo tal cena do mesmo cômico de um americano se revoltando dizendo “Why don’t we have bananas? For heaven’s sake, I hate brazilians with their damn cheap bananas”.

De fato, é triste o fato de estarmos do lado das bananas e não dos iPads. Mas essa campanha não resolve as coisas por aqui. Importar tudo por ser melhor é o modo mais fácil de permanecer vendendo bananas. Claro que o sistema não é perfeito. Claro que os impostos poderiam ser melhor direcionados. Mas é por isso que temos que batalhar. E dizer f*&#-se o Brasil, eu quero é meu tablet é o melhor modo de provar a estupidez, e, sobretudo, a falta de justiça em um projeto paradoxalmente nominado #precojusto

April 23, 2011
Inner Beauty

“When you start to know someone, all their physical characteristics start to disappear. You begin to dwell in their energy, recognize the scent of their skin. You see only the essence of the person, not the shell. That’s why you can’t fall in love with beauty. You can lust after it, be infatuated by it, want to own it. You can love it with your eyes and your body but not your heart. And that’s why, when you really connect with a person’s inner self, any physical imperfections disappear, become irrelevant.”



“Quando começas a conhecer alguém, todas suas características físicas começam a desaparecer. Começas a repousar em sua energia, reconhecer o cheiro de sua pele. Começas a ver somente a essência desta pessoa, não sua casca. Esta é a razão pela qual não podes se apaixonar pela beleza. Podes desejá-la, ser enfeitiçado, querer possuí-la. Podes amá-la com teus olhos e com teu corpo, porém não com teu coração. E é por isso, quando realmente te conectas com o eu interior de alguém, qualquer imperfeição física se esvai, se torna irrelevante”



*Photo by Mike Dowson

April 19, 2011
Como criar uma estrela Teen

Ultimamente vem pipocando por aí diversos “pop stars” teen que tem despertado a ira da geração pós-teen na mesma intensidade que a paixão do público-alvo. Frequentemente, a popularidade negativa contribui para um avanço ainda maior na carreira do dito cujo, o que me faz crer que a estratégia de marketing na criação de tais personagens gira em torno de alimentar mais os “haters” que os próprios fãs.

Boyband

Com a publicidade espontânea proporcionada pelo Youtube, criar um new star hoje está mais fácil que nunca. O foco é no público pré-adolescente e sua tendência natural de adimirar atitude (AKA comportamento/vestuário bizarro), novidade (se for do ano passado já é old) e excentricidade (tem que parecer “diferente” do que os outros gostam - mesmo que na prática seja tudo a mesma coisa). 

No entanto o boom da publicidade inicial é dado mais pelos haters que pelos fãs. Na sua melhor característica de Haters Gonna Hate tudo que eles precisam é de combustível para destilar sua ira. Ao escolherem novo alvo de ataques criam ali um ícone “injustiçado” por ser, quase sempre hum.. estranho. Ponto para ele e grandes chances de ser abraçado pela nova onda de teens carentes de ídolos. Daí em diante é só esperar as cifras crescentes e os haters mudarem de alvo.

O curioso é que até agora ninguém falou de música. O fato (triste) é que a música em si é o que menos importa nessa história. Melodias grudentas até o Tiririca fazia. Criam-se ali em estúdio alguns elementos eletrônicos, uma boa dose de auto-tune e bingo! Você faz um CD até mesmo da Dilma Rousseff. Espero que isso não aconteça, mas… Enfim, o elemento importante é o style do seu personagem. Criei um guia rápido para compô-lo:

1. Inove no corte de cabelo. Desconsidere qualquer padrão estético. O objetivo aqui é chamar a atenção, não importa se jogarem coisas nele quando estiver na rua.

2. Acessórios. O boné já está desgastado pelo excesso de exposição de artistas anteriores. Inove com polainas, viseiras, chapéu de marinheiro ou qualquer outro acessório extravagante que voltará à moda imediatamente com seu novo pop-star. Altamente recomendável lançar uma linha com os produtos usados pelo artistaantes mesmo do primeiro CD.

3. Cores. Abuse das cores não convencionais, se inspire em personagens infantis (recurso de psicologia reversa com os pré-adolescentes). Teletubbies e Barney já foram utilizados, escolha algo novo (Bananas de Pijama é uma boa pedida). As cores também causam efeito de ira nos haters, aumentando a publicidade.

4. Fuja do padrão de beleza dominante. Para seu pop-star ser bastante difamado pelos críticos e aumentar a componente de inveja dos haters, ele(a) não deve ser bonito(a), gostoso(a), cantar bem ou qualquer outra qualidade que crie admiradores conscientes. Se possível, deve ser o oposto, sofrer bullying no colégio e outros fatores que gerem a ilusão nos fãs que seu herói passa pelos mesmos problemas que eles. 

Seguindo os passos acima e caprichando na divulgação, prepare-se para uma nova explosão de fãs, capas da Capricho, aparições no Domingo Legal e Paparazzi rondando sua casa em busca do melhor ângulo de seu pop star tomando Nescau.

April 17, 2011
O Herói Wellington

Calma, não estou aqui para defender nenhum louco assassino. Estou aqui para tentar entender o que há de errado com certas pessoas.

Wellington Menezes

A esquizofrenia de um ser não parece ser a única culpada. Jovens zombadores, que humilham colegas no colégio também não. O curioso é descobrir que nós mesmos temos nossa parcela de culpa pelo que aconteceu, catalizada obviamente pelo marketing e interesses comerciais (ops, novidade!!).

Não foi muito complexo chegar nesta conclusão, após “vazarem” na imprensa diversos vídeos, fotos e cartas cuidadosamente preparadas por um então anônimo assassino, nas quais buscava justificar insanamente seus hediondos atos de covardia. A mesma covardia que foi vítima quando estudante daquele colégio? Obviamente não.

Mas exigir coerência de idéias de um portador de distúrbios mentais soa um pouco exigente demais. Não cabe aqui esta questão. Talvez nem ele mesmo tivesse a expectativa de ser compreendido, no auge de sua desorientação. Não era isso que ele buscava. Ele não almejava nem ao menos vingança, teria então recorrido aos seus algozes do passado, embora o ódio da vingança certamente alimentou por anos seus malignos planos.

Vendo pela TV coberturas fantásticas de massacres similares nos EUA, por pessoas com as quais se identificava, o jovem Wellington viu ali sua redenção. Aquele era o caminho pelo qual sairia do nada que era. Saio da vida para entrar na história, poderia ter parafraseado para finalizar sua carta. Dada sua vida inútil e imunda, não estaria perdendo muita coisa. E que importa ser odiado por todos, quando até o presente momento todos desprezavam sua existência?

Vídeos em horário nobre, seu nome em todos os portais de notícias. Parece um grande avanço para quem era jogado em latas de lixo no colégio. Caprichando nos discursos talvez alguém até sentisse pena e entendesse que o ato era justificado. Tornar-se um mártir dos humilhados. E, infelizmente, porém certamente, exemplo para o próximo homicida. Cada ponto de ibope, cada revista vendida, cada clique em um site de notícias cria na própria população a idéia implícita do que fazer para ser ouvido. Homens-Bomba do oriente médio NÃO são mera coincidência. E a mídia alimenta, em ciclo vicioso, este paradigma da auto-aniquilação.

Aquele sem a própria estima não vê o inocente como uma perda. Estes são apenas objetos. Ele próprio se vê como o maior injustiçado. E sua própria vida, descartada em nome de uma causa sem dono, teve ali seu único instante de valor.

April 17, 2011
Overture

Pra quem não conhece, o termo overture, em inglês, expressa uma espécie de introdução a algo que se aprofundará mais adiante. Mas aqui não irei me aprofundar em nada, sendo que tomo o termo emprestado das peças clássicas onde o “overture” é o trecho introdutório de longas óperas, suites e outros devaneios instrumentais.

A diferença é que neste caso começo algo que não terá nem meio nem fim (possivelmente terá um fim - mas não está planejado) onde posts visualmente desconexos comentarão coisas que às vezes precisam ser ditas, lidas e refletidas.

Tentarei isto com o mínimo de senso de humor buscando sair de um viés de “coluna de analista econômico” mas obviamente fugindo de um deboche descarado Mainardiano, próprio dos pseudo-possuidores da verdade absoluta.

Acho que o termo “blog” no auge do seus 7-e-poucos anos de idade, já um tanto desgastado e já carregado de conotações. Assim fica mais “clean” jogar: Ah visita meu tumblr., que para seres humanos comuns (entenda-se não habitantes da “blogosfera” -> entenda-se seres com mínima vida social) soa como algo incrivelmente profético e visionário. Ok, talvez não tanto, mas certamente melhor que: Ei sabia que tenho um blog?

Então de acordo, isto não é um blog. Quem sabe se torne um um dia. Espero definitivamente que não.

Abraços,

O Editor.

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